O Periquito Australiano/The Australian Budgerigar/El Perico Australiano

PERIQUITO SELVAGEM

 Classificação Científica

Reino: Animalia. Filo: Chordata. Classe: Aves. Ordem: Psittaciformes. Família: Psittacidae. Gênero:Melopsittacus. Espécie: M. undulatus. Nome científico: Melopsittacus undulatus. Descrição original:Ave pequena, verde de máscara amarela, com as penas das costas e zona superior das asas na cor preta, bordejadas de amarelo. Origem: Austrália. Habitat: Estepes ao longo dos riachos.Comprimento do corpo: 16 a 18 cm. Cauda: 8 a 9 cm. Peso: 30 a 40 gramas. Regime alimentar:Frutas e sementes. Estrutura social: Nômades, monogâmicos. Maturidade sexual: 7- 8 meses.Época de reprodução: durante o período de chuvas, na Austrália. Duração da incubação: 18 dias.Número de ovos por postura: 3 a 6 (excepcionalmente até 8). Deposição dos ovos: de 2 em 2 dias (a cada 36 horas). Começo da incubação: Após o primeiro ovo (em alguns casos inicia a incubação à partir do 2º ovo). Permanência no ninho dos filhotes: 28 a 32 dias (em média 30 dias).

A história

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Em 1805, o periquito australiano foi descrito por Shaw e Nodder com o nome Psittacus undulatus, sendo o primeiro nome se referindo a um psitacídeo, e o segundo às marcas onduladas de suas asas. 35 anos depois, o famoso naturalista inglês John Gould (na fotografia acima) observou seus sons e acrescentou a palavra melo (som), antes da palavra Psittacus, ficando definitivamente Melopsittacus undulatos. A palavra budgerigar (como os periquitos são conhecidos na língua inglesa), vêm da palavra aborígene “bedgerigah”, que significa bom para comer, pois os periquitos faziam parte da dieta das tribos aborígenes.

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Representação gráfica do periquito australiano selvagem por John Gould

Quando John Gould retornou a Europa, levou consigo os primeiros periquitos, que aos poucos foram ficando conhecidos, dando início à criação em cativeiro. Em 1850, já eram criados em larga escala na Antuérpia (centro do comércio de aves de gaiola), e a partir daí, virou febre em toda a Europa. Da cor original, surgiram mutações, surgindo muitas outras cores. Em 1870, na Bélgica, apareceu a primeira mutação, causando grande espanto um periquito amarelo de olhos vermelhos (lutino). Logo em seguida, vieram os amarelos de olhos pretos. Mas a sensação surgiu em 1878, com o aparecimento dos celestes. Os brancos datam de 1917. Depois, vieram os verdes em tons escuros, que combinados com os azuis produziram os cobaltos, e a partir daí as mutações se multiplicaram.

Como o periquito australiano original transformou-se no periquito australiano de exposição?

Tudo começou na metade do século XIX, quando passou a ser criado e reproduzido em cativeiro. Evidentemente, a aparência do periquito australiano original mudou muito. Surgiram novas cores, que já existiam na natureza, mas que acabavam por realçar tais exemplares, tornando-os alvos de predadores… Imagine um periquito azul ou totalmente amarelo em um bando de periquitos verdes… Os desenhos das asas e a estrutura da ave também sofreram verdadeiras metamorfoses. A partir daí, a palavra mutações foi adotada para representar o novo periquito, que se caracterizava também por ser até 30% maior que o original e possuir maior volume e comprimento de penas. Por ser criado em cativeiro, a expectativa de vida do “novo” periquito australiano aumentou, já que se tornou uma ave muito apreciada por sua beleza, merecendo todos os cuidados de seus proprietários. Essa condição possibilitou a identificação e definição das diversas mutações por meio de acasalamentos planejados. Sua forma, tamanho, postura no poleiro, penas e até mesmo estrutura óssea foram aprimorados. Foram definidos até mesmo detalhes que foram incluídos no que chamarei aqui de “rascunho de um padrão”. Pois bem, a genética explicou as diferenças quanto às cores, desenhos no dorso das aves, diluição ou aumento das cores e marcas, ausência parcial ou total das marcas e diferenças de plumagens. Mas e a forma do periquito? Isso ainda não foi explicado, pois diferente de todos os outros itens, a forma não é definida por um único gene, mas sim pela interação de diversos genes. Será que nós, os criadores, um dia conseguiremos identificar e transmitir tais combinações gênicas aos novos exemplares e definir finalmente o tipo ideal do periquito de exposição? Quem sabe? Por enquanto não existe uma uniformidade. Mas o certo é que continuaremos tentando, ou seja, participando desse jogo de tentativas, erros e acertos. E é exatamente isso o que nos move e faz da criação de periquitos um hobby estimulante.

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Scientific Classification

Kingdom: Animalia. Phylum: Chordata. Class: Aves. Order: Psittaciformes. Family: Psittacidae. Genus: Melopsittacus. Species: M. undulatus. Scientific name: Melopsittacus undulatus. Original description: Small Ave, Green Yellow mask with feathers of the back and upper wings in black, bordered with yellow. Origin: Australia. Habitat: Steppes along the streams. Body length: 16-18 cm. Tail: 8-9 cm. Weight: 30 to 40 grams. Diet: Fruits and seeds. Social structure: Nomads, monogamous. Sexual Maturity: 7 8 months. Breeding season: during the rainy season in Australia. Duration of incubation: 18 days. Number of eggs per clutch: 3-6 (exceptionally up to 8). Deposition of eggs: 2 in 2 days (every 36 hours). Start of incubation: After the first egg (in some cases the incubation starts from the 2nd egg). Stay in the nest of chicks: 28 to 32 days (average 30 days).

The History

In 1805, the Australian budgerigar was described by Shaw and Nodder named Psittacus undulatus, the first name referring to a parrot, and the second to the ripple marks of their wings. 35 years later, the famous English naturalist John Gould (pictured above) watched their sounds and added the word melo (sound), before the word Psittacus definitely getting Melopsittacus undulatos. The budgerigar word (such as parakeets are known in the English language), come from the Aboriginal word “bedgerigah”, which means good to eat because the parakeets were part of the diet of the aboriginal tribes.

Graphical representation of the Australian wild budgerigar by John Gould.

When John Gould returned to Europe, he brought the first parakeets, which gradually were getting known, initiating captive breeding. In 1850, they were already created on a large scale in Antwerp (center of trade in cage birds), and from there, turned fever across Europe. The original color mutations arose, appearing many other colors. In 1870, in Belgium, the first mutation appeared, causing great astonishment a yellow budgerigart red eyes (lutino). Soon after, came the yellow black eyes. But the feeling came in 1878, with the emergence of the heavenly. Whites dating back to 1917 Then came the green in dark tones, which combined with the produced cobalt blue, and from there the mutations multiplied.

Like the original Australian parakeet became the Australian parakeet exposure?

It all started in the mid-nineteenth century, when it began to be created and reproduced in captivity. Of course, the appearance of the original Australian parakeet changed much. Emerged new colors, which already existed in nature, but that ended up highlighting such copies, making them targets for predators Imagine a blue or completely yellow parakeet in a flock of green parakeets The drawings and the structure of the wings of the bird have also been true metamorphosis. From there, the word change was adopted to represent the new parakeet, which is also characterized by being up to 30% larger than the original and has greater volume and length of sentences. Being raised in captivity, the life expectancy of the “new” Australian parakeet increased since it became a bird prized for its beauty and deserves all the care their owners. This condition led to the identification and definition of the various mutations through planned matings. Its shape, size, posture on the perch, feathers, and even bone structure were improved. Were defined even details that were included in that call here the draft standard“. Well, genetics explained the differences in the colors, designs on the backs of birds, dilution or enlargement of colors and markings, partial or complete absence of brands and differences in plumage. But the form and the parakeet? This has not yet been explained as different from all other items, the form is not defined by a single gene, but by the interaction of several genes. Do we, the creators one day be able to identify and transmit such copies to new genetic combinations and finally define the ideal type of exposure parakeet? Who knows? For now there is no uniformity. But it is certain that we will continue trying, or participating in this game trials, errors and successes. And that’s exactly what moves us and makes creating a stimulating hobby parakeets.

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Classificación Científica

Reino: Animalia. Filo: Chordata. Clase: Aves. Orden: Psittaciformes. Familia: Psittacidae. Género: melopsittacus. Especie: M. undulatus. Nombre científico: Melopsittacus undulatus. Descripción original: Pequeña Ave, Green máscara de color amarillo con plumas de la espalda y las alas superiores en negro, bordeado de amarillo. Origen: Australia. Hábitat: Estepas riachos.Comprimento sobre el cuerpo: 16-18 cm. Cola: 8-9 cm. Peso: 30 a 40 gramos. Dieta: frutas y semillas. Estructura social: Nomads, monógama. Madurez sexual: 7 8 reproducción meses.Época: durante la temporada de lluvias en Australia. Duración de la incubación: 18 para poner huevos dias.Número 3 a 6 (excepcionalmente hasta 8). La deposición de los huevos: 2 de cada 2 días (cada 36 horas). Inicio de la incubación: Después de que el primer huevo (en algunos casos la incubación se inicia desde el segundo huevo). Estancia en el nido de pollitos: 28 a 32 días (promedio 30 días).

Historia

En 1805, el periquito australiano fue descrito por Shaw y Nodder nombrado Psittacus undulatus, el primer nombre que se refiere a un loro, y la segunda a las marcas de olas de sus alas. 35 años después, el famoso naturalista Inglés John Gould (foto arriba) observaba sus sonidos y ha añadido la palabra melo (sonido), antes de la palabra Psittacus consiguiendo definitivamente undulatos Melopsittacus. La palabra periquito (como pericos son conocidos en el idioma Inglés), proviene de la palabra aborigen bedgerigah”, que significa bueno para comer porque los pericos eran parte de la dieta de las tribus aborígenes.

Representación gráfica de la cotorra silvestre de Australia por John Gould.

Cuando John Gould volvió a Europa, trajo los primeros periquitos, que poco a poco fueron siendo conocidos, iniciando la cría en cautividad. En 1850, ya se habían creado a gran escala en Amberes (centro del comercio de aves de jaula), y desde allí, se volvió la fiebre en toda Europa. Las mutaciones de color originales surgieron, apareciendo muchos otros colores. En 1870, en Bélgica, la primera mutación apareció, causando gran asombro un periquito amarillo ojos rojos (lutino). Poco después, llegaron los negros ojos amarillos. Pero la sensación llegó en 1878, con la aparición del celestial. Los blancos se remontan a 1917 Luego vino el verde en tonos oscuros, lo que combinado con el azul cobalto producido, ya partir de ahí las mutaciones se multiplicaron.

Al igual que el periquito australiano original, se convirtió en la exposición periquito australiano?

Todo comenzó en mediados del siglo XIX, cuando comenzó a ser creado y reproducido en cautiverio. Por supuesto, la apariencia de la periquito original australiana cambiado mucho. Surgieron nuevos colores, que ya existían en la naturaleza, pero que acabó destacando dichas copias, las hace objeto de depredadores Imagínese un periquito azul o completamente amarilla en una bandada de pericos verdes Los diseños de las alas y de la estructura el pájaro también sufrió verdadera metamorfosis. A partir de ahí, se adoptó la palabra cambio para representar el nuevo perico, que también se caracteriza por ser hasta un 30% más grande que el original y tiene mayor volumen y duración de las penas. Ser criado en cautiverio, la esperanza de vida de la “nuevaperiquito australiano aumentado desde que se convirtió en un pájaro apreciado por su belleza y merece toda la atención de sus dueños. Esta condición llevó a la identificación y definición de las diversas mutaciones a través de apareamientos planificados. Su forma, el tamaño, la postura en la percha, plumas, e incluso la estructura ósea se mejoraron. Se definieron también los detalles que fueron incluidos en ese llamado aquí el proyecto de norma”. Bueno, la genética explican las diferencias en los colores, los diseños en el dorso de las aves, la dilución o la ampliación de los colores y marcas, ausencia parcial o completa de las marcas y las diferencias en el plumaje. Pero la forma y el periquito? Esto aún no se ha explicado como diferente de todos los demás elementos, la forma no se define por un solo gen, sino por la interacción de varios genes. ¿Tenemos, los creadores un día estaremos capaces de identificar y transmitir dichas copias a nuevas combinaciones genéticas y finalmente definir el tipo ideal de perico exposición? Quién sabe? Por ahora no hay uniformidad. Pero lo cierto es que vamos a seguir intentando, o participar en este juego de ensayos, errores y aciertos. Y eso es exactamente lo que nos mueve y hace que la creación de un estimulante periquitos afición.

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